quarta-feira, 31 de maio de 2017

1740: Coroação de Frederico, o Grande

Em 31 de maio de 1740, o príncipe herdeiro Frederico da Prússia, então com 28 anos, subiu ao trono prussiano. Monarca absolutista, dirigiu o país com firmeza, mas também com bondade e sabedoria, por quase meio século.
Kaiser Friedrich der Große (picture-alliance/akg-images)
Uma mensagem urgente chegou ao príncipe Frederico em 31 de maio de 1740: seu pai jazia no leito da morte e ele deveria dirigir-se imediatamente a Potsdam.
A morte de Frederico Guilherme 1º e a ascensão de seu filho simbolizaram o início de uma nova era na Prússia. Foi o florescimento das artes, o surgimento do "rococó fridericiano", como ficou conhecida esta época na Alemanha. Ao mesmo tempo, o novo monarca iniciou três guerras europeias.
O pai lhe havia deixado um país dividido, politicamente insignificante, mas cofres cheios e um exército exemplar para a época. Frederico 2º soube tirar proveito de ambos para conquistar posição entre as potências da Europa.
Já em dezembro de 1740, poucos meses após subir ao poder, ordenou a invasão da Silésia e incorporou a importante região econômica. Depois disso, dedicou-se ao desenvolvimento interno, iniciando a construção de seus esplêndidos castelos em Potsdam e Berlim.
Ao mesmo tempo, atraiu conhecidos artistas para sua corte, atenuou a censura e promoveu reformas no sistema de ensino e na Justiça. A tortura foi banida e qualquer ser humano, fosse nobre ou mendigo, passava a ter direitos iguais.
Inspirado pelo Iluminismo, o soberano reformista transformou a Prússia num dos países mais progressistas de seu tempo. Em primeiro lugar, ele valorizava o princípio da tolerância religiosa, fato admirável numa época de pesada influência da Igreja Católica.
Tolerância religiosa para aumentar população
Ao aceitar os "refugiados" religiosos de outros países, como os huguenotes, Frederico 2º estava intencionalmente promovendo a "colonização" da Prússia, pois a mão de obra era necessária a seu desenvolvimento econômico.
Visando facilitar a colonização, o soberano incentivou e financiou grandes projetos de assentamento, em que regiões pantanosas foram saneadas, florestas derrubadas e até rios desviados de seu leito.
Essa fase de crescimento econômico da Prússia sofreu uma interrupção repentina em 1756: Frederico 2º envolveu-se numa guerra que duraria sete anos e deixaria metade da Europa em ruínas. O rei prussiano havia iniciado a guerra com a invasão da Saxônia, que havia se aliado ao Império Austríaco e à Rússia para desmantelar a Prússia.
A guerra acabou sem vitoriosos. Por se impor bravamente frente aos inimigos mais fortes, Frederico recebeu de seu povo o respeitoso aposto "o Grande". Ele, entretanto, preferia chamar-se "serviçal de seu país".
Frederico 2º governou a Prússia por mais 25 anos. Ao falecer, em 1786, deixou, da mesma forma como o pai, os cofres cheios e um exército imbatível. Seu império, entretanto, havia se expandido e se tornado potência europeia. Ainda hoje, o soberano é chamado, com um certo carinho, de Alter Fritz (velho Fritz) pelos alemães.
  • Autoria Kerstin Schmidt (rw)
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terça-feira, 30 de maio de 2017

Vestibular de Inverno 2017. Venha fazer História conosco!!!


Mesa de debates integra a I Semana Nacional de Arquivos

Atividade é gratuita e acontece no dia 09 de junho
Uma mesa de debates com o tema “Os arquivos e a produção do conhecimento sobre história local” integrará a I Semana Nacional de Arquivos, que acontece de 5 a 10 de junho em Passo Fundo.  O assunto será debatido pelos profissionais Ana Maria Prates, Diego José Baccin e Fernando Miranda, que trabalharam com acervos locais e produziram, a partir deles, conhecimento sobre a história da cidade e da região.
A mesa de debates não demanda inscrições e é aberta aos interessados, bem como a estudantes dos últimos anos do ensino fundamental e alunos do ensino médio, superior e da pós-graduação. A atividade, que acontecerá no dia 09 de junho, a partir das 9h, na Academia Passo-Fundense de Letras, é gratuita.
O Arquivo Histórico Regional de Passo Fundo (AHR) – vinculado à Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (VREAC) e ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade de Passo Fundo (UPF) – juntamente com o parceiro Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF), estará envolvido na programação oferecendo atividades de visitação guiada, oficinas e mesa de debates relacionadas à importância de acervos como fonte de pesquisa e produção de conhecimento, bem como de resguardo do patrimônio documental da cidade e região.
Visitas guiadas
Voltada para grupos de até 60 pessoas, as visitas guiadas foram projetadas especialmente para atender a grupos de estudantes dos anos finais do ensino fundamental e alunos do ensino médio, de graduação e de pós-graduação, em todas as áreas. Na visita, serão apresentados o AHR e o IHPF e seu trabalho de conservação de fundos documentais, acervos sob guarda das instituições e informações sobre restauro e conservação. A inscrição é feita pelo responsável pelo grupo em formulário disponível em www.ahr.upf.br.
Oficina de higienização e conservação de documentos
Na oficina de higienização e conservação de documentos, a equipe AHR apresentará informações sobre técnicas de higienização e conservação de documentos articulando a parte teórica à parte prática, com a realização de procedimentos pelos participantes. A oficina terá até oito participantes por turno. As inscrições são realizadas por formulário próprio, enviado pelos interessados, e disponível em www.ahr.upf.br.
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo e-mail ahr@upf.br ou pelo telefone (54) 3316-8516.

1431: Joana D'Arc morre na fogueira

Joana D'Arc foi queimada numa fogueira em praça pública a 30 de maio de 1431 na cidade francesa de Rouen. A jovem filha de camponeses liderou a luta contra a ocupação inglesa em 1429, na Guerra dos Cem Anos.
Flash-Galerie Johanna von Orleans (picture-alliance/dpa)
Napoleão Bonaparte certa vez disse: "Um francês pode fazer milagres ao ver a independência do país ameaçada". Ainda hoje, Joana D'Arc é um símbolo nacional para os franceses. Vários livros com sua biografia e diversos filmes foram lançados sobre a ingênua, porém corajosa filha de lavradores do interior da França.
Joana D'Arc nasceu em Domrèmy-la-Pucelle na noite de Epifania de 1412. Já em vida, havia se tornado uma lenda, as pessoas queriam vê-la e tocá-la. Em 1429, entrou para a história da França ao escrever uma carta ao chefe da ocupação inglesa:
"Rei da Inglaterra, autointitulado regente do Império Francês, entregue à virgem enviada por Deus, imperador do céu, a chave de todas as cidades que Sua Alteza tomou dos franceses. Se não o fizer, Sua Alteza já o sabe, eu sou general. Em todo lugar na França que encontrar da sua gente, vou expulsá-la."
Teria sido ousadia ou ingenuidade a oferta feita por Joana, então com 16 anos, ao seu rei, Carlos 7º, de expulsar os invasores ingleses de Orleans e assim ajudá-lo a garantir-se no trono da França? Ao se apresentar como enviada divina, ajudou a projetar seu nome na história.
Oficialmente, ninguém contestava a necessidade de expulsar os britânicos. Mesmo assim, o rei e seus consultores preferiram mandar averiguar quem era aquela jovem. Doutores, religiosos, guerreiros, ninguém encontrou ressalvas à pura Joana, apenas o bem, a inocência, a humildade, a honestidade e a submissão.
Enviado por Deus
Joana apareceu para salvar os franceses justamente no momento em que eles acreditavam que apenas um milagre poderia ajudá-los. E a Joana vestida de guerreiro, um enviado de Deus, incorporou esta esperança. O povo via nela a concretização de um antiga profecia, segundo a qual a França seria salva por uma virgem. Uma propaganda ideal para a corte. Era a oportunidade para motivar suas tropas, que a esta altura estavam com a imagem um tanto desgastada.
Joana, a salvadora. Com o passar dos séculos, ela foi chamada de tudo: bruxa, prostituta, santa, feminista, nacionalista, heroína. Pelo ultraconservador Le Pen, na França atual, ela foi inclusive usada como símbolo contra os invasores modernos. E, na tela, é apresentada como um tipo de adolescente rebelde, altruísta, apegada aos ideais.
Mas, retrocedendo na história: depois que ela foi sabatinada por uma comissão da corte, recebeu o uniforme completo de cavaleiro e começou a lutar pela libertação. Orleans estava sitiada pelos ingleses há seis meses. Uma tropa de cinco mil homens pretendia forçar os 30 mil habitantes a se entregar. Apesar de não ser um integrante ativo nos planos dos militares franceses, o espírito de luta de Joana – e talvez apenas sua presença – trouxe a vitória aos franceses.
No dia 8 de maio de 1429, ela foi festejada pelos moradores de Orleans como enviada divina. E seguiram-se ainda muitas vitórias até a coroação de Carlos 7º em Reims. Os ingleses, derrotados, iniciaram uma conspiração contra Joana, que acusavam de bruxaria. Ela foi presa em 1430 e condenada pela Inquisição a morrer na fogueira, depois de 20 meses de julgamento.
  • Autoria Jens Teschke (rw)
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O misterioso (e eficiente) observatório solar construído por civilização desconhecida

13 torres de ChankilloDireito de imagem



FUNDO MUNDIAL DE MONUMENTOS
Image captionAs 13 torres marcam o percurso do Sol durante todo o ano
Vistas do alto, as 13 torres se parecem com o corpo de um imenso réptil estendido no deserto.
Mas são, na verdade, edifícios de pedra que fazem parte do Chankillo (ou o Templo das 13 Torres), construídos há 2,3 mil anos - formando, segundo evidências arqueológicas, o observatório mais antigo das Américas.
Só que até hoje ninguém sabe quem construiu o local, que conta ainda com um templo e uma praça feitos de pedra e dedicados ao culto do Sol. 
O complexo, localizado em Casma, na costa peruana e 365 km ao norte de Lima, servia para sinalizar com grande exatidão os solstícios, equinócios e diferentes datas do calendário a partir da posição do Sol.
Agora, sua restauração está sendo financiada pelo Fundo Mundial dos Monumentos (WMF, na sigla em inglês), depois de terem sido identificados fortes desgastes causados pelos fortes ventos, a umidade, os tremores de terra e as mudanças de temperatura no deserto.
Ainda assim, "trata-se de um exemplo magistral de uso da paisagem para medir o tempo", afirma a delegação permanente do Peru na Unesco (braço da ONU para a cultura).
Mas como funciona esse antigo calendário, que tem serventia até os dias atuais?

Precisão

Arqueólogos estimam que Chankillo tenha sido habitado entre 500 e 200 a.C.
As 13 torres, que medem entre 2 e 6 metros de altura, se alinham de norte a sul ao longo de uma colina.
Direito de imagem
Em 21 de dezembro, quando ocorre o solstício de verão no hemisfério Sul, o Sol surge à direita da primeira torre, na extrema direita.
À medida que os dias passam, o Sol se move entre as torres rumo à esquerda. Pode-se calcular a data ao ver qual torre coincide com a trajetória dele ao amanhecer.
Em 21 de junho, solstício de inverno no Sul, o Sol sai pela esquerda da última torre na extrema esquerda. E vai se movendo rumo à direita, para voltar a iniciar o ciclo no dezembro seguinte.
"Os habitantes de Chankillo conseguiam determinar a data com uma precisão de dois a três dias", diz o WMF.
Os astrônomos das 13 torres tinham ao menos dois pontos de observação: um para o amanhecer e outro para o pôr do sol. Mas é possível que haja ainda mais locais, crê o arqueólogo Iván Ghezzi, diretor do Museu Nacional de Arqueologia e História do Peru e diretor do chamado Projeto Chankillo.
O conhecimento dos dias do ano pode ter sido aplicado na agricultura (para calcular datas de plantio e colheita), mas acredita-se que o propósito principal fosse "a organização de um calendário cerimonial", diz Ghezzi à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC.
E Chankillo tem uma localização privilegiada: fica próximo às colinas de Mongón, "que formam uma barreira natural à neblina, o que explica em parte a excepcional visibilidade do observatório", explica o especialista.
Por isso, Chankillo está inscrito em uma lista preliminar de lugares propostos para o Patrimônio Mundial da Humanidade na Unesco.
"Representa uma obra-prima do gênio criativo humano", diz o documento que embasa a candidatura.

Mas quem construiu Chankillo?

O local foi erguido por uma "civilização suficientemente organizada (capaz de) construir esse grande monumento em um período relativamente curto, talvez apenas 25 anos", prossegue Ghezzi.
Mas até hoje ninguém sabe qual civilização é essa.
"(O local) pertence a uma cultura ainda desconhecida, aproximadamente do ano 200 a.C., que não está relacionada às culturas (pré-incas) já conhecidas da época", diz o arqueólogo.
Para que essa civilização receba um nome, ele diz que ainda é preciso "saber muito mais sobre seu meio de vida, religião, idioma e etc".
"Por enquanto, temos apenas a informação de que (faziam) o culto ao Sol."
Para o WMF, Chankillo "indica que o culto ao Sol existia nos Andes cerca de dois milênios antes do já conhecido culto solar (ao deus Inti) do Império Inca".
Mas se não sabemos como essa cultura começou, pelo menos já temos algumas pistas de como ela terminou.
"O local foi atacado por cultos rivais ao de Chankillo. O templo principal foi destruído e soterrado, e toda a região foi abandonada repentinamente", conta Ghezzi.

E como sabemos que o local foi realmente um observatório solar?

As torres de Chankillo não têm nenhum outro propósito aparente senão o de marcar as posições do Sol.
"Diferentemente de outros observatórios do mundo que marcam apenas uma ou duas datas, as observações em Chankillo cobrem todo o ciclo anual do Sol", diz o documento que pleiteia o reconhecimento da Unesco.

De acordo com o texto, "o observatório astronômico de Chankillo é único e excepcional, não apenas no Peru e nas Américas, mas em todo o mundo".
Fonte: BBC

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Cancelamento de aula aberta


Atenção - por motivos de força maior, a aula aberta prevista para amanhã a noite (23 de maio) com o prof. Martin Dreher está cancelada.
As demais atividades do II Colóquio do GTHRR/RS permanecem como previsto: 09:00 // Abertura
9:15 // Debate do documentário: "Terra Cabocla" (2015) 
Debatedor: Prof. Dr. Alexandre Karsburg (UNISINOS) 
14:00 // Sessão de comunicações coordenadas
Socializando e discutindo projetos de pesquisas do GT
Confira tudo sobre o evento em https://gthistoriareligioes.wixsite.com/gthrr/programacao

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Ainda dá tempo de inscrever-se no V Simpósio do GTHRR/Regional Sul

O V Simpósio do Grupo de Trabalho de História das Religiões e das Religiosidades-Regional Sul, que acontecerá entre 24 e 27 de maio na Universidade de Passo Fundo (UPF), apresentou um balanço parcial das inscrições para apresentação de trabalhos. No total, 115 propostas foram inscritas e serão apresentadas em 11 simpósios temáticos coordenados por pesquisadores dos três estados do sul do país. 
O evento é organizado pela equipe do Laboratório de Estudos das Crenças (LEC), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da UPF. Além das apresentações, outras atividades mobilizarão os inscritos nos dias de evento. As inscrições para participação como ouvinte e participante de oficinas seguem abertas até 23 de maio, pelo site upf.br, no link Agenda de Eventos. 
Conferências
O V Simpósio do GT-Regional Sul trará grandes nomes da pesquisa em religiões, que ministrarão as conferências, e contará com espaços em que o tema geral do evento será pontualmente abordado. No dia 24 de maio, o professor Dr. Reginaldo Prandi é o convidado especial para a conferência de abertura, intitulada "Transe, ritual e mito nas religiões afro-brasileiras". No dia 25, o tema será "Transe e possessão: pensando os discursos intelectuais acerca das religiões afro-brasileiras”, ministrada pela Dra. Vanda Fortuna Serafim (UEM). Já o encerramento será feito pela Dra. Miriam Cristina Marcilio Rabelo (UFBA), que abordará "Possessão como prática: notas sobre o candomblé e o pentecostalismo". Todas as conferências serão realizadas no auditório do LCI.
Oficinas
Além das conferências, o evento conta também com cinco oficinas temáticas abertas a quaisquer interessados que realizarem sua inscrição, com investimento de R$ 10,00. As oficinas serão realizadas nas manhãs de 24 a 26 de maio, das 8h às 10h, totalizando 6 horas de atividades.
As oficinas ofertadas são: O uso de fotografias para análise histórica da religiosidade no Sul do Brasil nos séculos XIX e XX; A arte pictórica, a música e o artesanato como fontes de pesquisa em espaços públicos e privados: entre o sacro e o profano, novas perspectivas de estudo e análise; A possessão e o descarrego na Igreja Universal e as fronteiras com o candomblé; Processos e decisões judiciais: usos e armadilhas em pesquisas históricas; e Fazendo história com relatos de viagem. 
Mesas redondas
As mesas redondas programadas para o evento serão realizadas nas manhãs de 24 a 26 de maio, a partir das 10h15min, no auditório do CET. Os temas das mesas serão "Religiões e religiosidades em perspectiva histórica", "A religião é uma festa: fronteiras tênues entre sagrado e profano" e "As religiões e as religiosidades no ensino".
Além desses debates, na manhã de 25 de maio será promovida a mesa de debates "Diálogo Inter-religioso", realizado pela equipe do CONER - Seccional Passo Fundo, atividade vinculada ao Seminário de Atualização Pedagógica para Professores da Educação Básica (Semape).
Atividades culturais
O Simpósio também está vinculado à proposta de mobilização cultural acerca do tema. Por isso, além de lançamento de livros, passeios culturais e históricos, será promovido o debate "Cavalo de Santo: bate papo sobre transe, êxtase e possessão nas religiões afro-brasileiras", com o Babalorixá Pai Bady, a Ialorixá Mãe Carmem, o Babalorixá Pai Bira e o Babalorixá Pai Duda. A mediação será de Fred Santos, Chaline de Souza e Jeferson Sabino Candaten. A atividade acontece no dia 25 de maio, no auditório do LCI, a partir das 17h40min. 
Informações
Outras informações podem ser obtidas no site do evento http://vsimposiogtsul.wixsite.com/vsimposiogtsul ou pelo e-mail vsimposiogtsul@gmail.com.
Inscrições
Inscrições para público ouvinte (R$ 20,00 - https://secure.upf.br/eventos/eventos/147) e para participante de oficinas (R$ 10,00 - https://secure.upf.br/eventos/eventos/148).

Reforma Protestante é tema de aula aberta na UPF

Palestra é promovida pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Passo Fundo
A Universidade de Passo Fundo (UPF) promove, por meio do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), do curso de História, do Programa Pós-graduação em História e do Grupo de Trabalho de História das Religiões das Religiosidades/RF, uma aula aberta sobre “Os 500 anos da Reforma Protestante”. O palestrante convidado será o professor Martin N. Dreher (Unisinos). A atividade acontece a partir das 19h30min no auditório do CET no Campus I da UPF. O evento é aberto a toda a comunidade acadêmica.
A Reforma Protestante está completando 500 anos em 2017, quando Martinho Lutero rompeu com a Igreja Católica, provocando profundas transformações na sociedade e criando milhares de igrejas evangélicas reformadas.
A palestra sobre os 500 anos da Reforma Protestante integra a programação do II Colóquio do GT de História das Religiões e das Religiosidades (Anpuh-RS), que será realizado durante todo o dia 23 de maio.
Integra também a programação do evento o lançamento do livro "A Religião de Jacobina" (Ed. Oikos) de Martin N. Dreher, que ocorrerá às 18h no dia 23 de maio, no hall de entrada do IFCH.
Mais informações e inscrições para o colóquio através do site https://gthistoriareligioes.wixsite.com/gthrr
O palestrante
O professor Martin N. Dreher é graduado em Teologia pela Escola Superior de Teologia, São Leopoldo. Possui doutora em História da Igreja em Ludwig-Maximilians-Universität München (1975), Alemanha, com a tese Igreja e Germanidade: Estudo crítico da história da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (1975).
A temática da tese determinou suas pesquisas futuras, suas conferências e publicações, mormente dedicadas à História da Igreja e à História da Colonização e Imigração na América Latina. Dedicou-se também ao estudo da Reforma Religiosa do século XVI e à publicação de fontes para o estudo do período. De 1978 a 1994 foi professor de História da Igreja e História do Dogma na atual Faculdades EST e de 1995 a 2011 na Unisinos - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, RS, nos cursos de graduação e pós-graduação em História.
Dreher está aposentado desde 2011 e é membro de diversas associações científicas e vem se dedicando à produção textual relacionada com História da Igreja e da Imigração e Colonização na América Latina.

UPF participa da I Semana Nacional de Arquivos


Atividades de visitação guiada, oficinas e mesa de debates relacionadas à importância de acervos como fonte de pesquisa e produção de conhecimento serão realizadas de 5 a 10 de junho
Por iniciativa do Arquivo Nacional, pela primeira vez será realizada a I Semana Nacional de Arquivos. O Arquivo Histórico Regional de Passo Fundo (AHR) - vinculado à Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Vreac) e ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade de Passo Fundo (UPF) - juntamente com o parceiro Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF), integrará a programação oferecendo atividades de visitação guiada, oficinas e mesa de debates relacionadas à importância de acervos como fonte de pesquisa e produção de conhecimento, bem como de resguardo do patrimônio documental da cidade e região. A semana será realizada de 5 a 10 de junho e já está com as inscrições abertas, nas suas diversas modalidades.

Visitas guiadas
Voltada para grupos de até 60 pessoas, as visitas guiadas foram projetadas especialmente para atender a grupos de estudantes dos anos finais do ensino fundamental, ensino médio, graduação e pós-graduação em todas as áreas. Na visita, serão apresentados o AHR e o IHPF e seu trabalho de conservação de fundos documentais, acervos sob guarda das instituições e informações sobre restauro e conservação. A inscrição é feita pelo responsável pelo grupo em formulário disponível em www.ahr.upf.br.
Oficina de higienização e conservação de documentos
Na oficina de higienização e conservação de documentos, a equipe AHR apresentará informações sobre técnicas de higienização e conservação de documentos articulando a parte teórica à parte prática, com a realização de procedimentos pelos participantes. A oficina terá até oito participantes por turno. As inscrições são realizadas por formulário próprio, enviado pelos interessados, e disponível em www.ahr.upf.br.

Mesa de debates
Uma mesa de debates também integrará a programação. Com o tema “Os arquivos e a produção do conhecimento sobre história local”, a atividade reunirá pesquisadores que trabalharam com acervos locais e produziram, a partir deles, conhecimento sobre a história da cidade e região. A mesa de debates não demanda inscrições e é aberta aos interessados, bem como a estudantes dos últimos anos do ensino fundamental, ensino médio, superior e pós-graduação. A atividade acontecerá no dia 9 de junho, na Academia Passo-Fundense de Letras, a partir das 9h.
Informações em ahr@upf.br e (54) 3316-8516.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

1922: Instalado primeiro rádio em um carro

No dia 5 de maio de 1922, pela primeira vez um automóvel – um Ford modelo T – foi equipado com um rádio. O que a princípio parecia excêntrico, em cinco anos tornou-se produção em série.
Autoradio (picture-alliance/dpa/ M. Brandt)
Hoje em dia rádios são digitais e têm conexão por satélite
Duas importantes invenções do mundo moderno aconteceram quase simultaneamente. O automóvel existia há algumas décadas, e Henry Ford havia começado sua produção em série no começo do século.
A técnica do rádio, no entanto, ainda estava sendo desenvolvida quando, em 1922, George Frost sentou-se confortavelmente em seu modelo T, deu a partida e ligou o rádio. Um gesto que entrou para a história.
Hoje mal se pode imaginar um carro sem rádio. O jovem estudante de 18 anos e presidente de um radioclube pode, entretanto, não ter sido o primeiro na invenção, como conta um porta-voz da Ford em Colônia: "Como nesta época houve várias pessoas que adaptaram um receptor no carro, é difícil dizer quem foi o primeiro, mas oficialmente Frost é considerado seu inventor".
Dos gigantescos aos removíveis
Nos seus primórdios, o rádio nos veículos ocupava tanto espaço que, se o automóvel tivesse dois bancos, o de trás seria tomado pelo aparelho e sua antena.
Hoje, os modelos são cada vez mais compactos e versáteis. Além de música e informação, os mais avançados já oferecem sistema de navegação, telefone e internet – avanços que tornam o autorrádio um objeto cada vez mais cobiçado pelos ladrões.
Mas também esse problema foi resolvido pela indústria, com equipamentos de rádio cada vez menores e de painel removível. Um conforto, desde que não seja esquecido em casa.
  • Autoria Dirk Ulrich Kaufmann (rw)
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Vestibular de Inverno História UPF/2017

OFICINA: PENSANDO MEU PROJETO DE PESQUISA

Com o intuito de ajudar os estudantes em suas atividades de pesquisa, estamos oferecendo oficinas para a construção e formatação de projetos de pesquisa. Sob o título PENSANDO MEU PROJETO DE PESQUISA nossa proposta visa promover uma reflexão sobre a importância e a necessidade de elaboração de um bom projeto de pesquisa em nível de graduação. Nosso primeiro encontro será no dia 06/05, sábado de manhã, das 9 às 11 horas, na sala 236 do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH).
Neste encontro trabalharemos os seguintes temas: a) a importância da pesquisa em nível acadêmico; b) estrutura e construção do projeto de pesquisa; c) normas da ABNT.
A atividade será desenvolvida pelos alunos apoiadores do Setor de Atenção ao Estudante (SAES), sob a supervisão do professor apoiador Andrei Luiz Lodéa.
As inscrições deverão serem feitas no Setor de Atenção ao Estudante até o dia 04/05. Serão disponibilizadas 25 vagas.
Traga suas dúvidas e venha apreender com a gente. Esperamos vocês!!